Tanha Silva

25 Setembro 2006

Comportamento e qualificação técnica: qual dos dois faz a diferença na organização?

Antonio Carlos Palmeira Salles


Algum dia você, profissional de RH, certamente já analisou algum currículo para uma empresa ou instituição com o objetivo de contratar alguém. Nesse currículo existiam informações do tipo: "Sou uma pessoa que sabe se relacionar bem com minha equipe de trabalho", "Tenho uma excelente capacidade de ouvir os outros", "Sou transparente e flexível nas minhas opiniões e colocações" ou "Tenho facilidade em me encaixar na cultura, nos valores e no ambiente da organização".
Não?
Provavelmente, não. Lá existiam, certamente, além dos dados pessoais do pretendente à vaga como, por exemplo, nome completo, data do nascimento, endereço, números dos documentos e outros, informações do tipo: "Cursei o primeiro (ou segundo ou terceiro) grau no colégio tal", "Terminei meu curso superior (profissão) na faculdade tal", "Possuo pós-graduação em....", "Trabalhei nas empresas A, B e C nas áreas de...", "Participei dos seguintes congressos e seminários (relação)", e assim por diante.

O que significa que, se você contratou o dono daquele currículo, certamente o fez por causa de suas excelentes habilidades e qualificações técnicas. Exceção são, na verdade, e na grande (mas grande, mesmo) maioria dos casos, os motivos pelos quais as organizações contratam: porque o profissional tecnicamente é um excelente vendedor, um excelente engenheiro, um excelente auditor fiscal, um excelente analista de sistemas e assim por diante. Só depois, e nem sempre, é que as organizações preocupam-se em verificar características como aquelas que citei no início desta matéria (aquelas que provavelmente não estavam no currículo). Pronto, já está gerado o maior problema: "O cara é complicado. E agora? O que fazer para demiti-lo? O que dizer a ele?".

Na edição de maio de 2000, a revista Você S/A publicou uma matéria a respeito dos comportamentos e atitudes das pessoas, dando ênfase em seu lado profissional, que afirmava o seguinte: "Diplomas e competência não bastam: 87% das empresas demitem por problemas de conduta?. Ou seja, apenas 13% das demissões são provocadas por falta de competência técnica dos profissionais.

Agora, o que é pior. Segundo a pesquisa, 61% dos profissionais entrevistados acreditam que perderam seus empregos por problemas de atualização, de conhecimento e de habilidade técnica ou por falta de experiência, e apenas 20% afirmaram ter sido demitidos por problemas comportamentais. Ou seja, na hora de demitir, quase ninguém chega para o profissional e diz a ele os reais motivos pelos quais ele está sendo demitido. E assim, o profissional sai do emprego achando que precisa melhorar em termos de conhecimentos, precisa capacitar-se mais tecnicamente, e não percebe que precisa, na verdade, buscar melhorias como pessoa, e não como técnico. Precisa conhecer-se melhor, analisar suas atitudes, enxergar as situações onde alguns comportamentos seus estão trazendo resultados positivos e/ou negativos em sua vida pessoal e/ou profissional. Consegue uma outra colocação e corre o grande risco de tornar a acontecer tudo de novo. Mas, esqueça um pouco essa coisa da demissão.

Até porque, ruim mesmo é conviver diariamente com pessoas que possuem atitudes opostas, por exemplo, as citadas lá em cima. Pessoas assim não vão, certamente, colaborar para um bom clima no ambiente de trabalho, concorda? E como é que você se sente tendo que ir ao trabalho, encontrar alguns "complicados" e conviver com eles durante dias, semanas, meses, anos?
Isso pode estar acontecendo em sua organização.

Todos nós possuímos uma coisa chamada "base condicionada de comportamento", ou seja, todos nós temos uma base comportamental que foi adquirida ao longo do tempo, e que nos condiciona a agir repetidamente de algumas maneiras. Isso nos leva, na maioria das vezes, a não perceber que estamos praticando algumas atitudes. Fazendo algumas coisas, digamos, mecanicamente. Algo assim como você dizer para alguém: "Por que você só fala gritando com as pessoas?". E esse alguém responde (aos gritos): "Eu? Tá louco? Eu, gritando com as pessoas?".

Isso é um exemplo de base condicionada de comportamento. Aquela atitude já se tornou mecânica, a pessoa faz e já nem percebe mais. E se não percebe mais, não sabe se isso está sendo positivo ou negativo para ela.

Hoje, muitos profissionais e organizações estão investindo no aprimoramento do Desenvolvimento Comportamental através de trabalhos especializados. Seminários comportamentais, que se utilizam normalmente da andragogia (ciência que trata da aprendizagem do adulto) e baseados em alguns modelos do CAV - Ciclo de Aprendizagem Vivencial estão sendo amplamente procurados para formar cada vez mais profissionais capacitados a buscar um melhor autoconhecimento de suas atitudes e comportamentos. Não são seminários de auto-ajuda, e sim de métodos que fazem, através de vivências, o profissional enxergar mais claramente a necessidade de produzir mudanças em seu dia-a-dia, se ele assim o desejar.

Finalizando, não quero aqui desmerecer a técnica. Ela é importante (e muito, muito importante), e enfaticamente utilizada em nossa formação profissional. Só que a técnica normalmente é igual para todos, o que faz a diferença é o que você está fazendo com toda esta técnica. Se não fosse assim, todos sairiam das faculdades e universidades excelentes profissionais. E todos teriam muito sucesso. Mas não é bem assim.

Temos hoje uma grande variação na qualidade dos profissionais, sejam de qual área forem, e essa variação não acontece, na maioria das vezes, por causa das habilidades técnicas. Acontece por causa da maneira como esses profissionais comportam-se em seu ambiente de trabalho. O comportamento, que começa a ser formado desde que nascemos, é a base de tudo. Antes de sermos profissionais sempre fomos (e somos) pessoas. E pessoas diferentes umas das outras.

Óleo de cozinha

O que fazer com o óleo usado?
Você sabe onde jogar o óleo das frituras domésticas?
Mesmo que não façamos muitas frituras, quando o fazemos jogamos o óleo na pia ou por outro ralo. Este é um dos maiores erros que podemos cometer.
Segundo especialistas, o melhor é colocar o óleo restante em uma garrafa plástica, fecha-la e coloca-la no lixo comum (orgânico).
Um litro de óleo contamina cerca de 1 milhão de litros de água, o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos.

21 Setembro 2006

Deus não trabalha na ansiedade do homem

As coisas acontecem na hora certa.
As coisas acontecem exatamente quando devem acontecer.
Momentos felizes louve a Deus.
Momentos difíceis busque a Deus.
Momentos silenciosos adore a Deus.
Momentos dolorosos confie em Deus.
Cada momento agradeça a Deus.

20 Setembro 2006

Queimadas

No último dia 18 de setembro, levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), por meio do satélite NOAA-12 identificou 1.437 focos de incêndio em todo o País, com destaque para os estados de Rondônia, Mato Grosso, Pará e Tocantins, ou seja, metade da Região Norte sofre as conseqüências das queimadas.

No Estado do Amapá ardiam poucos focos de queimadas, mas suficientes para causar danos a uma extensão territorial considerada de alto risco na região amazônica.

Segundo o Inpe, "as queimadas destroem a fauna e flora, empobrecem o solo, reduzem a penetração de água no subsolo e, em muitos casos, causam mortes, acidentes e perda de propriedades. No âmbito regional causam poluição atmosférica com prejuízos à saúde de milhões de pessoas e à aviação e transportes; elas também alteram, ou mesmo destroem ecossistemas. E, do ponto de vista global, as queimadas são associadas com modificações da composição química da atmosfera, e mesmo do clima do planeta".

15 Setembro 2006

Para pensar

O Senhor é o meu pastor, nada me faltará. Ele me faz repousar em verdes pastos. Ele me guia pelas águas calmas...

14 Setembro 2006

Arquipélago do Bailique - Amapá

Foto: Chico Terra

Beleza da região do Araguari - Amapá

Foto: Alex Silveira

Tigre Gigante

Curiosidade


Incrível! Veja o maior tigre do mundo.

Empresário amapaense lança novo sabor de sorvete regional: gengibre com mel

A associação de gengibre com mel resultou em um novo sabor de sorvete no Amapá. O lançamento é do empresário José Carlos Bastos, proprietário da Sorveteria Macapá, da marca QSabor. Ele encontrou na fórmula medicinal dos dois componentes um gosto forte e exótico. Apoiado na tradição dos povos da floresta de que o gengibre e o mel têm funções medicinais, o empresário aliou o poder curativo à delícia dos sorvetes regionais existentes no Estado.

O mel de abelha é uma fonte importantíssima de energia, é totalmente natural e um dos mais completos que existe, contendo vitaminas, sais minerais, aminoácidos, fermentos, alimentos bactericidas, substâncias hormonais, entre outros. Além disso, o mel é muito eficaz no processo de digestão dos alimentos. O gengibre é uma planta com sabor ardente. O uso fitoterápico é devido a um estimulante digestivo que facilita a secreção gástrica. A planta é usada para conter cólicas, rouquidão e irritação da garganta.

O empresário José Carlos explica que ele resolveu apostar no novo sabor depois que participou de um Workshop sobre os produtos do Arquipélago do Bailique. “Verifiquei que o mel produzido no Bailique é, realmente, muito bom e sei que tem muitos benefícios para a saúde e para a beleza da pele também. O gengibre é muito usado na cura de inflamações. Então, resolvi apostar em algo que não é somente saboroso, mas benéfico para a população”, diz.

Para saber se o novo sorvete vai ser aprovado, o empresário está percorrendo instituições públicas e privadas promovendo degustação. No Sebrae, os técnicos experimentaram. “Eu aprovei. Achei muito exótico, muito diferente do que a gente está acostumada”, diz a técnica da área de Tecnologia do Sebrae, Neuzete Cruz. Juarez Oliveira, consultor do Sebrae, ao saborear o sorvete, disse que a junção do gengibre com o mel revelou um sabor novo e diferente. O consultor também aprovou o lançamento.

Há 30 anos no mercado, a sorveteria prioriza os sabores regionais. Entre as delícias podem ser encontrados sorvetes de Mucajá, tucumã, kiwi, melancia. “Os sorvetes vêm com pedaços de frutas. E é tudo desenvolvido aqui”, diz o empreendedor.

O empresário trabalha com seis pessoas, todas de sua família. “Sou muito feliz, porque posso trabalhar com minha família e conviver com ela o tempo todo. Sempre deu certo”. A empresa tem 95 pontos de venda em Macapá e Santana. O empreendedor tem modernizado sua empresa, adotando novos maquinários, mas não abre mão da produção artesanal, que é o que permite a característica regional do sorvete.

“Se industrializarmos não poderemos, por exemplo, deixar os pedaços das frutas no sorvete. Tudo precisa ser triturado e a matéria-prima transformada em pó, e isso não queremos”, explica Sandro Ferreira, filho do empresário, enfatizando que acompanha o pai na rotina da sorveteria desde que era criança e hoje, depois de casado, continua trabalhando no empreendimento da família.

QUINTETO BRASSIL


Com 27 anos de existência, o BRASSIL (trocadilho do nome inglês BRASS=
metal com o nome Brasil), um dos mais respeitados conjuntos de música instrumental brasileira de câmara, é formado pelos músicos Ayrton Benck e Gláucio Xavier (trompete e fluegelhorn), Cisneiro de Andrade (trompa), Radegundis Feitosa (trombone e bombardino), Valmir Vieira (tuba) e Glauco Andreza (percussão), professores do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba.

Bússola norteadora para os jovens instrumentistas nacionais, o BRASSIL desenvolve um trabalho intenso de educação musical, participando dos principais
festivais de música instrumental do país, em cidades como Curitiba, Belém, Brasília, Fortaleza, Londrina, Campos do Jordão, Recife, São Paulo, Belo Horizonte.

Atuando sem esquecer suas raízes, o BRASSIL tem contribuído para o aprimoramento dos instrumentistas das bandas de música de diversas cidades do interior brasileiro, colaborando para a estabilidade das Bandas e fornecendo assim oportunidade de capacitação a diversos músicos do interior.

Da integração do universo acadêmico e das filarmônicas do interior brasileiro apóia-se o repertório do BRASSIL, resultado de pesquisa pioneira da música brasileira para metais, compilando, editando e interpretando música erudita, folclórica e popular.

O BRASSIL tem promovido a música contemporânea nordestina, em especial de
compositores paraibanos (em parceria com o COMPOMUS – Laboratório Composicional de Música da UFPB), estreando novas obras e realizando concertos dedicados à nova música paraibana.

A performance do BRASSIL nos permite apreciar, não apenas a técnica do
grupo, mas também, a maestria da sua interpretação. Uma interpretação musical que retrata o espírito brasileiro, com seus toques e gingas, num multicolorido universo, a qual nos prestigia com características de qualidade e profissionalismo. Aliando técnica, clareza interpretativa e espontaneidade em suas apresentações, o resultado do trabalho do grupo é uma total empatia com o público, obtendo assim o reconhecimento das mais exigentes platéias e da crítica especializada, tanto do Brasil como do exterior.

O BRASSIL tem realizado concertos em todas as regiões brasileiras e em cidades do exterior como Dijon (França), Boston, Nova York, Washington (EUA), Londres
e Monmouth (Inglaterra) e Montevidéu (Uruguai). O grupo tem também realizado diversas gravações para programas de rádio, como a BBC de Londres e a WBGH de Boston. Na discografia do grupo, três CDs registram seu trabalho: BRASSIL TOCA BRASIL – COMEP. Série Régia Música/1992-SP; BRASSIL PLAYS BRAZIL – NIMBUS RECORDS/1995-England e BRASSILEIROS – NIMBUS RECORDS/1997-England.

Em 2006, o BRASSIL lançou, com ênfase no repertório erudito e popular, o seu quarto CD (álbum duplo) de música brasileira, intitulado BEM BRASSIL e já considerado uma obra prima.

25 Agosto 2006

Pelo menos 58 deputados suspeitos disputarão as eleições

BRASÍLIA - Disputarão a eleição deste ano pelo menos 58 dos 86 deputados federais acusados de participar do esquema com a empresa Planam para compra de ambulâncias. Eles tiveram os pedidos de impugnação da candidatura negados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de suas regiões. Apenas seis candidatos perderam o direito temporário de voltar a ocupar um cargo público e somente um estado, o Rio de Janeiro, divulgou ter levado em conta a investigação na hora de julgar as candidaturas.
O prazo para os TREs julgarem as impugnações terminou na quinta-feira e os que entrarem com recurso, serão julgados ainda pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para recorrer da decisão do TRE é de três dias. O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados abriu processos individuais contra cada um dos parlamentares citados no Relatório Parcial da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que considera existirem provas contra esses deputados. Eles são citados e acusados em depoimentos. Contra muitos, pesa ainda gravações telefônicas feitas pela Polícia Federal e comprovantes de depósitos e transferências bancárias.
Nenhum parlamentar admitiu responsabilidade no esquema, batizado pela PF de Sanguessuga. O único que renunciou ao mandato foi Coriolano Sales (PFL-BA) que também desistiu de sua candidatura à reeleição. Já a Procuradoria Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquéritos contra 84 parlamentares suspeitos de envolvimento em fraudes na área da saúde. Edna Macedo (PTB-SP) e cinco candidatos do Rio de Janeiro perderam o direito de disputar as eleições de outubro: Elaine Costa (PTB), Fernando Gonçalves (PTB), Paulo Baltazar (PSB), Reinaldo Betão (PL) e Reinaldo Gripp (PL).
Dez parlamentares renunciaram à candidatura e seis já haviam anunciado a renúncia. São eles: Almerinda de Carvalho (PMDB-RJ), Jorge Pinheiro (PL-DF), Josué Bengston (PTB-OS), Lino Rossi (PP-MT), Osmânio Pereira (PTB-MG), João Batista (PP-SP). E quatro desistiram na última semana: Fernando Estima (PPS-SP), Marcos Abramo (PP-SP), Almeida de Jesus (PL-CE) e Coriolano Sales (PFL-BA ). Dois parlamentares ficaram impedidos de concorrer porque mudaram de partido. Marcos de Jesus (PE) era do PFL e Paulo Feijó (RJ) abandonou o PSDB e a situação do candidato César Bandeira (PFL-MA) ainda não é conhecida. João Corrêa (PMDB-AC) aguarda julgamento e oito deputados federais não são candidatos: Heleno Silva (PL-SE), João Mendes de Jesus (PSB-RJ), José Divino (PRB-RJ), Vieira Reis (PRB-RJ), Vanderval Santos (PL-SP), Magno Malta (PL-ES, possui mandato até 2011), Zelinda Novaes (PFL-BA) e Teté Bezerra (PMDB-MT).

Notícia publicada no sitewww.jb.com.br

Eu recomendo

Um dos blogs mais atualizados do Amapá é o da jornalista Alcilene Cavalcante. Sempre com assuntos interessantes, bem informado, com opinião sensata e muito visitado, o http://alcilene.zip.net tem se consolidado com uma referência de acesso para se saber das coisas do Amapá.

Eu recomendo. Então, acesse http://alcilene.zip.net

11 Agosto 2006

Eu

Olá, a partir de agora sou a mais nova blogueira da rede. Meu blog será jornalístico. Portanto, convido você para pilotar comigo essa nova ferramenta de interação.

Sou a jornalista Tanha Silva. Estou no mercado de comunicação desde 1990. Comecei minhas atividades na rádio Amapá FM (93,3) como apresentadora. Em seguida fui convidada a fazer um teste para repórter na então TV Marco Zero (SBT), hoje TV Amazônia. Lá fiquei por cinco anos, passando pelas funções de repórter, pauteira, redatora, apresentadora e, finalmente, como diretora de jornalismo.

Após me desligar da emissora trabalhei, por quase oito anos, na assessoria de comunicação do governo do Estado. Hoje, sou funcionária da Rádio Difusora, mas estou cedida para o Sebrae, exercendo a função de assessora de comunicação.